CACE – CENTRO é inaugurado dia 1 de julho

Publicado a 24 Junho 2026
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O CACE – CENTRO inaugura no próximo dia 1 de julho, concretizando uma das mais relevantes medidas de valorização, preservação e divulgação da CACE – Coleção de Arte Contemporânea do Estado. A criação do CACE – CENTRO foi aprovada em Conselho de Ministros, em dezembro de 2025, e permite dotar esta coleção pública de arte contemporânea de um espaço de acervo centralizado, representando um ganho significativo em termos de organização, gestão e conservação. Esta nova infraestrutura garante melhores condições para coordenar, articular e irradiar a atividade da Coleção por todo o país, fortalecendo a sua presença pública e territorial.

A nova sede da CACE, localizada em Alcabideche, cumpre padrões internacionais de conservação preventiva e integra reservas visitáveis, áreas de trabalho especializado, espaços expositivos e um serviço educativo dedicado à mediação cultural e artística junto de diferentes públicos. A concentração de grande parte da coleção num único local representa igualmente um ganho de eficiência na gestão dos recursos públicos, permitindo reduzir significativamente os encargos associados ao armazenamento externo das obras.

Com a abertura do CACE – CENTRO, a Museus e Monumentos de Portugal reforça o seu compromisso com a preservação, estudo, divulgação e fruição da arte contemporânea, disponibilizando aos cidadãos um novo espaço de conhecimento, descoberta e contacto com a criação artística contemporânea.

A inauguração do CACE – CENTRO marca o início de uma nova etapa para a coleção pública de arte contemporânea e para a política cultural de valorização do património artístico nacional.

Exposição Dual Sim reúne obras integradas na Coleção

A exposição Dual Sim assinala a inauguração das novas instalações da CACE. Com curadoria de Filipa da Rocha Nunes e Sofia Montanha, reúne vinte e três obras integradas na Coleção a partir dos programas anuais de aquisição de arte contemporânea, que tiveram início em 2019.

Esta exposição reflete, também, a identidade deste novo espaço: uma coleção pública, aberta e visitável, mas também estruturada para circular, descentralizar a oferta cultural e abranger o território nacional.