A Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) é uma coleção de arte contemporânea de natureza pública, iniciada pelo Estado em 1976, através da Secretaria de Estado da Cultura e composta por obras realizadas em diversos suportes (pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, vídeo, instalação), de artistas portugueses e internacionais.
Tutelada pela Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E., nos termos do nº 2 do artigo 5º do Decreto-Lei nº 79/2023, de 4 de setembro, a CACE encontra-se depositada e disponível em instituições de referência, como a Fundação de Serralves, a Fundação do Centro Cultural de Belém, a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva ou o Centro de Arte Contemporânea de Coimbra, entre muitas outras, tanto em Portugal como no estrangeiro.
A CACE tem como missão garantir um acesso alargado ao património artístico contemporâneo nacional, privilegiando também a prossecução de políticas que valorizem, dignifiquem, preservem e estimulem a criação artística e o envolvimento da comunidade artística. A CACE desenvolve, de igual forma, uma política de aquisições que privilegia a criação nacional e a respetiva fruição em todo o território.
A curadoria da Coleção de Arte Contemporânea do Estado
O cargo de Curador(a), criado através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 50/2021, de 11 de maio, tem como funções assegurar uma gestão eficiente da coleção, do seu depósito e respetiva documentação, permitindo a sua adequada conservação e investigação, bem como consolidar o acervo de arte contemporânea do Estado e definir uma estratégia clara para a sua divulgação e respetiva fruição em todo o território.
O cargo de Curadora é desempenhado por Sandra Vieira Jürgens.